Seu portal de conteúdo médico
Cirurgia Geral e Vascular

Hospital Monte Sinai realiza mais um procedimento inédito em MG

Hospital Monte Sinai realiza mais um procedimento inédito em MG. Técnica litropsia intravascular por shockwave salvou perna de paciente.

claurepires2 min de leitura
Hospital Monte Sinai realiza mais um procedimento inédito em MG

Equipe médica do Hospital Monte Sinai: especialistas em cirurgia endovascular e radiologia intervencionista Magnum Matos, Rafael Gomide Alcântara, Thiago Abdala e Thaiza Filgueiras

Procedimento permitiu salvar a perna de uma paciente idosa usando uma tecnologia moderna que, por angioplastia, foi realizada litotripsia intravascular por shockwave.

A paciente é portadora de doença arterial oclusiva periférica que obstrui as artérias da perna. Há dez anos, ela já havia sido submetida a um procedimento de revascularização – uma angioplastia com colocação de vários stents para recanalizar o fluxo de sangue da perna.

Mas um ano depois seu quadro evoluiu com a oclusão desses stents. O recurso, naquela época, foi submetê-la a um procedimento cirúrgico aberto, um tipo de enxerto chamado bypass. Mas este bypass, depois, também ocluiu.

A idosa foi internada no Monte Sinai, recentemente, por úlcera no pé decorrente da obstrução das artérias. E para cicatrizar esta úlcera seria necessário novo procedimento de revascularização. Mas, devido à sua idade, nova intervenção só seria suportada por procedimento minimamente invasivo.

Porém, agora há uma tecnologia ultramoderna que permitiu desobstruir os stents - o Shockwave- utilizado pela equipe composta pelos especialistas em cirurgia endovascular e radiologia intervencionista Magnum Matos, Rafael Gomide Alcântara, Thiago Abdala e Thaiza Filgueiras.

Em nova angioplastia, eles fizeram a litotripsia quebrando as placas calcificadas e permitindo que o sangue voltasse a circular até o pé, o que permitirá a cicatrização da úlcera.

O Shockwave é ligado a um gerador, como os utilizados no tratamento para quebra de cálculo renal. Esse gerador dispara ondas de pressão sonora capazes de fraturar o cálcio que provoca a obstrução.

O uso da tecnologia foi um sucesso nesse caso e permitiu salvar o membro da paciente. Sem esse recurso, não seria possível recanalizar o stent de maneira adequada. Outra saída, sem essa evolução da técnica, seria a amputação da coxa, trazendo grande risco na idade atual da paciente e cursando com comprometimento importante nas atividades do dia-a-dia.

(Por Assessoria de Imprensa do Hospital Monte Sinai)

Referências e fontes

Informação em saúde não substitui avaliação individual por um profissional.

Atualizado em 20/07/2023.

Você também pode gostar

Instituições Parceiras Atendidas

Seja um parceiro
Suprema Juiz de ForaSuprema Três RiosHumanitasFADIP — Faculdade DinâmicaFaculdade de Gestão da Saúde

Desenvolvido por

Revisamed InteligenteMedProvasMedflixMedicinAtualPneumoAtual
Fale conosco

O que você quer encontrar?

Digite para ver os conteúdos encontrados. Use as setas do teclado para navegar.