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Leishmaniose visceral

Leishmaniose visceral

Caroline Pessamiglio5 min de leitura
Leishmaniose visceral

1 - Qual o agente responsável pela leishmaniose visceral?
Leishmania infantum

2 - Qual é o principal vetor da leishmaniose visceral?

Lutzomyia longipalpis

3 - Qual é o principal reservatório da leishmaniose visceral?

Câes

4 - Como é o ciclo básico da leishmaniose visceral?

5 - Qual o cenário epidemiológico da leishmaniose visceral no Brasil?

6 - Qual o quadro clínico da leishmaniose visceral?

7 - Como é a evolução da leishmaniose visceral?

8 - Como se apresenta a forma oligossintomática da leishmaniose visceral?
Sintomatologia do período inicial (febre, esplenomegalia, hepatomegalia e palidez) sem evolução para o período final; apresenta regressão espontânea em aproximadamente 15 dias.

9 - Como se apresentam os exames laboratoriais na leishmaniose visceral?

10 - Como se apresentam os exames laboratoriais na forma oligossintomática da leishmaniose visceral?

VHS alto e hiperglobulinemia

11 - Quais os diagnósticos diferenciais da leishmaniose visceral?

12 - Qual a conduta a ser adotada em caso de suspeita de leishmaniose visceral?

Coleta de sangue para sorologia de leishmaniose e exames complementares
Punção de medula óssea para diagnóstico parasitológico

13 - Quais os exames utilizados para o diagnóstico sorológico e suas características?

14 - Quais outros exames complementares devem ser solicitados na leishmaniose visceral?

15 - Quais os critérios clínico-laboratorial e clínico-epidemiológico para a confirmação do caso de leishmaniose visceral?

Critério clínico epidemiológico: suspeita clínica, sem confirmação laboratorial, proveniente de área com transmissão de LV e resposta favorável ao teste terapêutico

16 - Quais as principais complicações encontradas na leishmaniose visceral?

17 - Quais os principais fatores clínicos associados ao óbito por leishmaniose visceral?

18 - Quais as principais alterações laboratoriais associadas ao óbito por leishmaniose visceral?

19 - Quais as indicações de antibioticoterapia na leishmaniose visceral?

Infecção bacteriana

Sinais de toxemia

Idade menor de 2 meses

Número de neutrófilos < 500 células/mm³

20 - Quais as indicações da hemoterapia na leishmaniose visceral?

Concentrado de hemácias: Hb <7mg/dl ou HT <21%

Concentrado de plaquetas: plaquetas > 10.000/mm³ e sangramentos

Plasma fresco: sangramentos graves não controlados após transfusão de plaquetas

21 - Quais as terapêuticas específicas para a leishmaniose visceral utilizadas no Brasil?

Antimoniato de meglumina

Anfotericina B

22 - Quais as precauções a serem adotadas na terapêutica da leishmaniose visceral?

Monitoramento da evolução e toxicidade do tratamento:

Exame clínico

Exames laboratoriais

ECG

23 - Qual o esquema terapêutico específico para a leishmaniose visceral?

24 - Quais os efeitos adversos do antimoniato de meglumina?

25 - Quando deve-se suspender o tratamento com antimoniato de meglumina?

  • Amilase ≥ 4 vezes o limite superior da normalidade;

  • Lipase ≥ 15 vezes o limite superior da normalidade;

  • Surgimento de arritmias cardíacas;

  • QTc ≥ 500 ms.

26 - Quais os critérios de indicação da anfotericina B lipossomal para o tratamento da leishmaniose visceral?

27 - Quais os critérios de cura da leishmaniose visceral?

28 - Qual a periodicidade do seguimento após o tratamento da leishmaniose visceral e seu objetivo?

Seguimento aos 3, 6 e 12 meses para verificar cura, falha terapêutica ou recidiva.

29. Qual o agente etiológico mais importante da leishmaniose tegumentar no Brasil?

Leishmania (Viannia) braziliensis

30 - Quais os principais reservatórios e hospedeiros da leishmaniose tegumentar no Brasil?

31 - Como surgem e evoluem as lesões cutâneas na leishmaniose tegumentar?

32 - Quais as características das lesões mucosas na leishmaniose tegumentar?

33 - Quais os diagnósticos diferencias da leishmaniose tegumentar?

Diagnósticos diferenciais:

Piodermites;
Esporotricose;
Paracoccidioidomicose;
Histoplasmose;
Cromomicose;
Lobomicose;
Sífilis;
Hanseníase;
Tuberculose;
Micobacteriose;
Sarcoidose;
Picadas de insetos;
Granuloma por corpo estranho;
Úlcera de estase venosa;
Vasculites;
Psoríase;
Lupus eritematoso discoide;
Histiocitoma;
Carcinoma epidermoide;
Carcinoma basocelular;
Ceratoacantoma;
Rinoscleroma;
Granuloma facial de linha média;
Anemia falciforme.

34 - Como é feito o diagnóstico da leishmaniose tegumentar?

35 - Como é feito o tratamento da leishmaniose tegumentar?

36 - Quais os critérios de cicatrização e cura da leishmaniose tegumentar?

37 - Como é a aplicação do antimoniato de meglumina no tratamento da leishmaniose tegumentar?

38 - Como é feita a classificação do grau dos efeitos adversos do antimoniato de meglumina?

39 - Quais as condutas a serem adotadas de acordo com o grau dos efeitos adversos do antimoniato de meglumina?

40 - Como é a aplicação da anfotericina b lipossomal no tratamento da leishmaniose tegumentar?

41 - Como deve ser a monitorização do tratamento com anfotericina B lipossomal?

Avaliação clínica (inclusive antes de cada infusão, se necessário)
Hemograma
Glicose, amilase, lipase
Ureia, creatinina (inclusive antes de cada infusão, se necessário)
TGO, TGP, FA, GGT
Potássio e magnésio (inclusive antes de cada infusão, se necessário), sódio
Eletrocardiogram

42 - Como é a aplicação do isetionato de pentamidina no tratamento da leishmaniose tegumentar?

43 - Como deve ser a monitorização dos efeitos adversos ao tratamento com isetionato de pentamidina?

Avaliação clínica

Hemograma

Glicose (se ultrapassar 2 g, acompanhar a glicemia mensalmente por seis meses)

Ureia, creatinina

Amilase, lipase

CPK, LDH

TGO, TGP, FA, GGT

Potássio, magnésio, sódio e cálcio

Eletrocardiograma

Referências e fontes

Informação em saúde não substitui avaliação individual por um profissional.

Atualizado em 08/12/2022.

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